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COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE A COVID-19 PROMOVIDO PELA UNIVERSIDADE LUEJI A´'NKONDE
Vol. 3 No. E-1 (2021)O QUE É COVID-19
A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, que apresenta um quadro clínico que varia de infecções assintomáticas a quadros respiratórios graves. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maioria dos pacientes com COVID-19 (cerca de 80%) podem ser assintomáticos e cerca de 20% dos casos podem requerer atendimento hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória e desses casos aproximadamente 5% podem necessitar de suporte para o tratamento de insuficiência respiratória (suporte ventilatório).
O QUE É O CORONAVÍRUS?
Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19). Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.
A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.
QUAIS SÃO OS SINTOMAS
Os sintomas da COVID-19 podem variar de um simples resfriado até uma pneumonia severa. Sendo os sintomas mais comuns:
- TOSSE
- FEBRE
- CORIZA
- DOR DE GARGANTA
- DIFICULDADE PARA RESPIRAR
COMO É TRANSMITIDO
A transmissão acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo por meio de:
- TOQUE DO APERTO DE MÃO
- GOTÍCULAS DE SALIVA
- ESPIRRO
- TOSSE
- CATARRO
- OBJETOS OU SUPERFÍCIES CONTAMINADAS
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Cultura e Sustentabilidade
Vol. 2 No. 4 (2020)Análise geométrica da cultura local, mostrando a identidade do povo das Lundas sendo possível elucidar, nesse sentido, as contribuições que evidenciam as relações que a geometria matemática mantém com a cultura. Identidade cultural refere-se à construção identitária do sujeito em relação ao seu contexto cultural tudo com vista ao desenvolvimento sustentável, em termos de sustentabilidade do saber cultural.
PhD. Sapalo André Rufino
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Kulongesa-TES
Vol. 2 No. 3 (2020)Cassengo, uma das maravilhas de Angola, localizada a leste da Cidade de Saurimo (Rio Luachimo), na Província da Lunda-Sul, não só é rica em recursos minerais, como também em recursos hídricos com lindas paisagens para o turismo, recomendável ao nível Nacional e Internacional. Cassengo, bem explorado trará desenvolvimento sustentável para a Região e para o País em geral, arrecadando assim receitas para orçamento do estado.
Visite Cassengo e descubra o que a natureza oferece.
PhD. Sapalo André Rufino, Professor da Escola Superior Politécnica da Lunda-Sul, Pós-doutorado em Educação Avançada.
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Tecnologia e Desenvolvimento
Vol. 2 No. 2 (2020)"Sona"
Sona (plural de lusona), termo que serve para designar a escrita em geral (letras, figuras e desenhos), são a combinação de pontos e traços feitos na areia. Trata-se de uma cultura dos Cokwe e de povos relacionados como os Luchazi e Ngangela, que vivem no leste de Angola e em zonas vizinhas, na Zâmbia e na República Democrática do Congo. Os sona são uma forma de manifestação cultural com grande valor para a Matemática Pura, Aplicada e para a Educação como consequência do rigor com que esta escrita é feita. O seu conhecimento tem passado de geração em geração pela via oral, o que tem contribuído para a redução significativa dos conhecedores desta arte. O assunto sona passou a constar da agenda pública da comunidade, que reconhece a sua associação à Matemática. Para os alunos do Ensino Secundário, conceitos matemáticos associados aos sona saíram do abstracto para o concreto através da sua explicitação em aspectos sócio-culturais.
PhD. Jorge Dias Veloso
Professor Auxiliar da Universidade Lueji A’Nkonde
Decano da Escola Superior Pedagógica da Lunda Norte -
Ciência e Tecnologia ao Serviço da Sociedade
Vol. 2 No. 1 (2020)"Mwana Pwo"
A máscara Mwana Pwo é uma das máscaras Angolanas mais conhecidas e celebradas, tanto no contexto Africano quanto internacional. Mwana em Tchokwe significa filho ou filha enquanto Pwo significa mulher. As marcas na testa conhecidas como Chingelengele representam a eternidade, enquanto os traços lineares que correm sob os olhos são conhecidos como masoji (lágrimas). Segundo os anciãos locais, as marcas nas bochechas e os dentes pontudos eram usadas como marcas de beleza da mesma maneira que as mulheres modernas usam maquiagem. Enquanto alguns membros da cultura argumentam que a máscara Mwana Pwo representa fertilidade através das jovens que passaram por iniciação feminina e estão prontas para o casamento, outras afirmam que a máscara representa e celebra a beleza das mulheres Tchokwe. A máscara é usada por homens que dançam, falam e imitam mulheres durante as cerimónias tradicionais. Supostamente, isso é feito para celebrar as figuras maternas na vida dos homens, as mulheres que desempenham um papel significativo em seu crescimento e bem-estar. A verdadeira essência da máscara é um segredo bem guardado e não é divulgado nem mesmo a homens que não são circuncisados conhecidos como Chilima. Através da máscara, honramos as mulheres que representam o núcleo de nossas culturas, celebramos sua eternidade e beleza, lembrando constantemente de suas dores e sofrimentos.
Lic. María Malomalo
Professora da Escola Superior Politécnica da Lunda Sul
Presidenta da Associação Mwana Pwo -
Edição Inaugural
Vol. 1 No. 1 (2019)EDITORIAL
“Kulongesa”.
É o resultado de uma iniciativa idealizada no âmbito do dever de ensinar, de aprender e de compartilhar o conhecimento. “Kulongesa” é uma expressão da língua cokwe cuja significação não se restringe apenas à tradução literal “ensinar” da língua portuguesa, já que o seu alcance conforma quer do ponto de vista etimológico quer do ponto de vista do seu actual revestimento semântico o sentido de aprender, de informar algo novo, de partilhar novas experiências e novos conceitos. Isso, é algo que se enquadra perfeitamente na missão da Universidade, perante a sociedade local e global.
PhD. Engº Benedito Paulo Manuel
Professor Associado da Escola Superior Politécnica da Lunda Sul
Director Geral da Sociedade Mineira do Catoca
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"O Pensador” e “O Homem Cansado"
Vol. 3 No. 1 (2021)Sobre todas as esculturas que figuram no Leste de Angola, destacam-se duas que estiveram em diversas exposições nacionais e internacionais especificamente “O Pensador” e “O Homem Cansado”. Estas figuras são parecidas, pois ambas reproduzem um homem negro de idade madura, sentado, com os cotovelos apoiados nos joelhos e a cabeça apoiada nas mãos. No entanto, são completamente diferentes. “O Pensador” tem os pés bem assentes na terra, o corpo direito e em todo ele há como que uma dignidade humana de um ser que vive e pensa. Está “voltado” para dentro de si mesmo. Tem os olhos fechados e uma expressão de profunda concentração: “vemo-lo pensar”.
Quanto ao “Homem Cansado” antes de falar nele será melhor explicar o que significa.
Os cokwes têm um sentido prático muito vivo e que se não prende com sentimentalismos. Assim acontece, de resto, à quase totalidade dos povos subevoluídos, como acontece também com aqueles cuja civilização atingiu um grau de elevado desenvolvimento.
Inspirados por esse sentido prático, muitas tribos africanas, entre as quais os cokwes, consideravam que pessoas impossibilitadas de trabalhar por deficiência física ou velhice não tinham o direito de viver. E assim também para todos aqueles a quem Deus prolongou a vida para além do seu tempo útil, chegava um dia em que a gente da sua aldeia, aqueles com quem sempre viveu, os seus companheiros, os seus amigos, a sua família, o convidavam a ir para a cabana da selva, que era distante e solitária.
O velho ou a velha era acompanhado pela sua gente até à cabana, numa última manifestação de deferência. Equivalia isto a um funeral. A família e os amigos choravam e gritavam. Despediam-se. Deixavam-lhe água e comida. Entregavam-no à sua morte. Então o homem velho, o homem inútil, o homem cansado, ficava só, à espera de morrer.
É evidente que este costume ancestral já há muitas décadas que não se pratica, na Lunda.
Mas este costume tribal encontra-se, ainda hoje, expresso numa escultura, com linhas exageradamente alongadas do corpo de homem, na curva acentuada das costas, nas pernas muito delgadas, muito compridas, onde o escultor não achou necessário que figurassem os pés - para quê? - se já não tem terra para pisar, se já não é bem deste mundo...
Está expresso também nos braços, igualmente longos e delgados, de cotovelos agudos, que seguram uma cabeça sem expressão, alheada de tudo e quase insensível, à espera do que lhe há de acontecer.
O “Homem Cansado” reflecte um profundo desprendimento e deixa uma grande interrogação aos vindouros (Reis, 2005).
PhD. Manuel Sonhi Fidel Manassa
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Mukanda
Vol. 3 No. 2 (2021)A Mukanda
A iniciação masculina entre os Povos Cokwe denominam por Mukanda. É uma autêntica Escola para os jovens adolecentes rapazes aprenderem a Vida na Sociedade. A mukanda cumpre duas vertentes , médica , pois purifica o corpo do homem e social porque aprende como viver na comunidade.
Acontece porém, que na Comunidade Cokwe, estamos a falar de uma Aldeia ou Povoação os jovens adolescentes rapazes dos 10 aos 14 anos de idade necessariamente, deve ser circuncisado. O acto ou o processo de toda a cerimónia é que chama do Mukanda. Os jovens de idades compreendidas entre os 10 aos 14 anos, voluntariamente ou por decisão dos pais devem ser circuncisados, em cerimónia pública , “ Mukanda “. Regras para realizar a cerimónia do Mukanda:
- Identificar adolescentes na aldeia não circuncisados,
- Disposição dos pais para a cerimónia naquele período
- Submeter a anuência do Muata ou sej Soba da aldeia
- Identificar o profissional ,na operação de corte e ensinamentos o chamado Nganga Mukanda .
- Mobilizam o instrutor principal
- Escolher a mulher idosa disposta para consentir sacrifício de ser a mãe do Mukanda durante o período a chamada “ Nachifa “
- Escolher o lugar ideal fora da aldeia , na mata onde ficaram isolados
- Mobilizar homens para funções de palhaço “ Akixi “
- Criar as condiões logísticas
- Mobilizar jovens para acompanhantes de cada circuncisado “ Chicolocolo “.
- Mobilizar homens de batuque
Esses são requisitos necessários para haja Mukanda numa Aldeia ou Povoação Cokwe. A Mukanda constitue uma das festas mais importantes da Comunidade Cokwe que realiza no período seco, não chuvoso, ao ar livre ou seja no recinto aberto Neste período observa-se algumas características , como há muita carne fresca e seca porque é período das queimadas; realiza – se pesca porque o caudal dos rios está baixo, bombo seca facilmente e com rapidez porque é feito ao sol, a festa não é ameaçada pela chuva ,também há várias colheitas
A cerimónia propriamente dita, A festa ocorre em dois dias. A noite que antecede a entrada dos kandanji no isolamento a festa é a noite , para toda comunidade da aldeia sem convite, Porém, são avisados a população vizinha das aldeias .
Dia seguinte logo a madrugada são levados thundanji ao local do isolamento e obedcem a ordem estabelecida para a operação cirúgica ao pénis e emseguida informa – se aos familiares o sucesso da operação, praticamente é o fim da cerimónia, Entrada.
O que se aprende de importância no Mukanda?
Os dois ou três anos de permanencia os thundanji aprendem de tudo um pouco para a vida na sociedade. Aprendem como construir casa, como fazer armadilhas para caçar e como pescar, aprendem a técnica como cultivar a terra e organizar a sua lavra , tudo para o seu sustento e da família. Aprende regras de boa convivência na sociedade, como gerir a casa , a família em geral, como respeitar a família da mulher e todo o mais velho, como ser obidiente e respeitoso, como dançar, como estar no Cota ( django com mais velhos), portanto tudo para serve estar na sociedade.
Cerimónia de saída
Anos depois realiza – se o processo de Saida .Novamente “cisela” festa já de alegria do regresso dos filhos, a festa aí é mais carregada. Todo o aprovisionamento feito durante a preparação é colocada a disposição da consgração do familiar.Os jovens saiem na manhâ depois do cisela do dia anterior , exibem os dotes de dança aprendido e cada um atira cm a sua flecha a galinha colocada a sua disposição pelos familiares. São compensados o Nganga mukanada e os chicolocolo e Nachifa bem como o instrutor e todos quanto colaboraraam no sucesso do mukanda.
Continuação após Mukanda
O jovem circuncisado já pode frenquentar no Django com mais velho onde vai aprender outros ensinamentos da vida civil ou livre. As histórias da tradicional , os provérbios e como dar a solução dos problemas da vida .
Concluímos que efectivamente Mukanda é uma Escola da vida entre os Povos Cokwe.
MSc. João Baptista Abreu Manassa
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Lukano
Vol. 3 No. 3 (2021)LukhaNo wa cihinga, deriva de Lukano pulseira ou insígnia do símbolo de poder a ser autorgado a pessoa, entronizada a suceder a cadeira ou banco do mando de poder da Nobreza na Dinastia Lunda Cokwe. Os rituais do povo Lunda Cokwe continuam ainda vivos e preservados, sobretudo nas comunidades rurais o que segundo ele, demostra que os mais velhos estão a transmitir tais conhecimentos à nova geração. Os mais velhos são os principais veículos de transmissão de hábitos, costumes, tradição e de história.
De acordo com a tradição, o título de poder político é transmitido através de LukhaNo, uma pulseira de tendão ou MUJIPA seco, de um parente morto para que o futuro Chefe tenha coragem de governar.
MSc. Zacarias sacawanga
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"Lusona"
Vol. 4 No. E-1 (2024)Lusona (plural de lusona), termo que serve para designar a escrita em geral (letras, figuras e desenhos), são a combinação de pontos e traços feitos na areia. Trata-se de uma cultura das etnias TCHOKWE e de povos relacionados como os Luchazi e Ngangela, que vivem no leste de Angola e em zonas vizinhas, na Zâmbia e na República Democrática do Congo. Constituem uma forma de manifestação cultural com grande valor para a Matemática.
Os Lusona são conjuntos de figuras geométricas que as populações, fundamentalmente da zona do leste de Angola,fazem recurso para as suas comunicações no âmbito cultural e social. Serve, no campo da matemática, para ajudar os estudantes a fazer cálculos a todos os níveis. No processo de aprendizagem são jogos matemáticos que os mais velhos utilizam na região para transmitir conhecimentos e experiência. Daí o seu impacto no processo da aprendizagem (Yoba , 2019).
Esta importante riqueza do conhecimento ancestral, transmitida de geração em geração, foi inscrita pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), na cidade de Kasane, no Botswana, como património cultural imaterial da humanidade, soube o Novo Jornal junto da delegação angolana presente no evento no ano 2023. Atualmente constitui o primeiro património cultural imaterial da humanidade inscrito por Angola e o segundo património cultural do mundo relacionado com a matemática.
A figura representativa deste número representa O caminho de Deus: na parte superior está Deus representado, á esquerda o sol, á dereita a Lua e embajo o homen.
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“Interdisciplinariedade das ciências”
Vol. 4 No. 1 (2024)A interdisciplinaridade entre as ciências sociais e as ciências técnicas, representa uma sinfonia de conhecimentos que se complementam e enriquecem mutuamente. Num mundo cada vez mais complexo e interconectado, esta fusão permite uma abordagem mais holística, onde as técnicas são aplicadas com uma compreensão profunda das dinâmicas sociais, culturais e humanas.
As ciências sociais, com a sua capacidade de interpretar comportamentos, tendências e necessidades humanas, oferecem uma perspetiva essencial para o desenvolvimento de soluções técnicas que sejam realmente eficazes e sustentáveis. Por outro lado, as ciências técnicas proporcionam ferramentas inovadoras, e metodologias rigorosas que podem transformar as teorias sociais em práticas aplicáveis, com impacto real na sociedade.
Nesta edição da revista, celebramos a mistura destes dois mundos, explorando como, o diálogo entre as disciplinas, pode gerar novas ideias, resolver problemas complexos e construir um futuro mais equilibrado e inclusivo. Convidamos os leitores a mergulharem nesta fascinante convergência, onde cada artigo é uma janela para um universo de possibilidades ilimitadas.
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“Interconexões da Gestão Administrativa: avanços nas ciências sociais e técnicas”
Vol. 4 No. E-2 (2024)Afirma-se que um campo de estudos é uma ciência quando possui um corpo teórico próprio, articulado de forma a indicar a seus seguidores como se portar em casos peculiares, prevendo os resultados desse comportamento. Arte é a competência para conseguir um resultado concreto desejado. Considerando estes aspectos, a Administração ainda se encontra em uma fase amalgamada de arte e ciência
Cada peça científica é única e original, e os princípios da Administração são balizadores usados para orientar as leis administrativas. Eles servem para dar um senso maior de direção à Administração Pública, tornando suas ações válidas e mais éticas, ou seja, fazendo com que atendam realmente aos interesses da sociedade.
Muito provavelmente porque a regulamentação e procedimentos da ética em pesquisa têm sido definidos a partir da conceção da área. Para se discutir princípios e regras de conduta orientadoras das práticas profissionais desenvolvidas no âmbito das Ciências Sociais e Humanas. As Ciências Sociais não constituem um mundo à parte no universo da pesquisa. O campo de intervenção das Ciências situa-se recorrentemente na interdisciplinaridade, o que as coloca sob o efeito de contágio de várias práticas profissionais e de distintos preceitos deontológicos.
Ph.D. Sapalo André Rufino.
Ph.D. Abreu Jacinto Cacima
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Evento Científico "El arte de Comunicar".
Vol. 5 No. E-1 (2025)Este número especial da revista Kulongesa-TES reúne os trabalhos apresentados durante o evento científico "A arte de comunicar", organizado pelo Departamento de Línguas da Universidade de Moa Dr. António Núñez Jiménez, em comemoração ao Dia Internacional da Língua. Realizado nos dias 23 e 24 de abril, o evento proporcionou um espaço de reflexão académica sobre as múltiplas formas de expressão, análise da linguagem, ensino, literatura e cultura, reafirmando o papel fundamental das línguas na comunicação, identidade, educação e construção do conhecimento. Os artigos aqui publicados refletem a riqueza dos debates, das investigações e das experiências partilhadas.
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Ciências e Desporto: União de Talentos
Vol. 5 No. 1 (2025)Caros leitores, é com grande entusiasmo que apresentamos a mais recente edição da revista Kulogesa. Nesta edição, exploramos temas que refletem o coração da sociedade moderna: desporto, ciências sociais e ciências técnicas. O desporto, que une e motiva, encontra o seu lugar ao lado das ciências sociais, que examinam as complexidades das interações humanas, e das ciências técnicas, que impulsionam a inovação e o progresso.
Convidámos-vos a mergulhar nos artigos preparados pelos nossos colaboradores, que capturam a essência de cada tema com uma visão fresca e informativa. Esta edição não é apenas uma reflexão sobre o mundo que nos rodeia, mas também um convite ao pensamento crítico e à inspiração.
Esperamos que desfrutem da leitura e que esta revista continue a ser uma fonte de conhecimento e descoberta
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Os horizontes científicos
Vol. 6 No. 1 (2026)Este número da Revista Kulongesa propõe uma reflexão ampla sobre os horizontes científicos contemporâneos, evidenciando o papel do conhecimento na interpretação crítica da realidade e na construção de soluções para os desafios atuais. Reunindo dez artigos de áreas distintas, como o ensino da língua inglesa, o ensino superior, a gestão ambiental, a administração e gestão organizacional e a mineração, a revista reafirma o seu compromisso com a pluralidade epistemológica, o diálogo interdisciplinar e a valorização da produção científica contextualizada.
Ao articular diferentes campos do saber, este número destaca como a ciência, em suas múltiplas expressões, contribui para o desenvolvimento humano, social, económico e ambiental. Os Horizontes Científicos convida o leitor a explorar perspectivas inovadoras, análises críticas e propostas aplicadas que refletem a dinâmica do conhecimento no século XXI, reforçando a missão da Kulongesa como espaço de divulgação científica, debate académico e promoção do pensamento reflexivo voltado ao progresso sustentável.


